Faculdade Murialdo

A dançaterapia pode ser entendida como uma disciplina pedagógico-terapêutica que está relacionada ao movimento corporal. A técnica une a dança e a psicologia. Além disso, tem como objetivo principal fazer com que os indivíduos adquiram o autoconhecimento e contemplem um mover interno que, conduzido pela “alma”, passa a ser externo. Para conhecer melhor a temática, durante a Semana Acadêmica de Pedagogia da Faculdade Murialdo (FAMUR), que aconteceu no final de maio, realizou-se uma oficina, ministrada pela terapeuta Carina Benato.

 

O termo dançaterapia é conhecido mundialmente. Uma das pioneiras da prática de dança-movimento-terapia foi a bailarina alemã, Mary Starks, na década de 60. Já na América Latina, o primeiro registro foi por conta da coreografa e dançaterapeuta María Fux, na Argentina.

 

De acordo com a fisioterapeuta Carina Benato, a prática da dançoterapia traz inúmeros benefícios como a diminuição da tensão e rigidez muscular; melhora a coordenação motora; permite a liberdade do movimento; melhora a noção espacial; estimula a circulação sanguínea; melhora a frequência respiratória; o corpo adquire uma nova elasticidade e habilidade de movimento sem trauma e dores; possibilita que o indivíduo descubra em si novos movimentos e novas maneiras de se expressar; e oportuniza encontro com emoções e percepções corporais\somáticas.

 

Para Carina Benato, a técnica é destinada para todas as pessoas, independentemente da idade. Ela destaca que, na educação, a dançaterapia é uma ferramenta que contribui para o indivíduo experimentar-se na sua forma mais crua. “A dançaterapia atua diretamente na consciência corporal, no equilíbrio, fluidez e relação com suas emoções”, afirma.

 

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