Faculdade Murialdo

Este é o primeiro texto da série que busca apresentar alguns dos trabalhos realizados pelos acadêmicos da instituição durante a Atividade Prática Supervisionada (APS). Confira:

 

O Transtorno do Espectro do Autismo (TEA) é caracterizado por prejuízos em três importantes áreas do desenvolvimento humano: habilidades socioemocionais, atenção compartilhada e linguagem. E, as práticas pedagógicas auxiliam no processo de desenvolvimento e também de inclusão da criança. Assunto, este, que despertou a atenção de acadêmicas do curso de graduação Licenciatura em Pedagogia e virou tema da APS que realizaram no primeiro semestre de 2021.

 

“Falar sobre TEA tem um desafio enorme e não só em relação ao professor e aluno, mas, também, a questão de podermos levantar alguns questionamentos sobre como devemos nos portar diante dessas crianças que requerem tanta atenção, não significa rotular a pessoa, e, sim, olhar para ela de uma forma a poder fazê-la parte de um todo”, destaca a aluna Monica Perquin Boijink. Também integraram o grupo as acadêmicas Julia de Campos Demori, Eva Luiza Perrini da Silva, Jaqueline Dendena, Sônia Matos Vieira, Márcia Eliane Rodrigues Portuguez e Franthele Moccelin de Carvalho Signori. 

 

Para trabalhar com a temática, as estudantes produziram um material que fosse de agradável leitura, por isso surgiu a ideia da criação da revista. “Abraçamos a causa com a convicção de que só olhando para a capa da revista as pessoas teriam o interesse de ler a publicação. Sempre pensamos em um público não somente de professores e alunos, mas, também, de quem tivesse dúvidas sobre o tema, e ao ler a matéria conseguisse esclarecer um pouco seus questionamentos sobre os apontamentos levantados”, explica Monica.

 

A professora que orientou o trabalho, Cristiane Pereira Turella, explica que os alunos com TEA estão em salas de aulas regulares e os professores precisam, além de conhecer o transtorno e seus sintomas, saber incluí-los. “A proposta da revista on-line possibilitou a construção de um apanhado relevante de informações e entrevistas dando ao leitor uma abordagem significativa sobre o tema”, enfatiza.

 

A realização da APS vem só a somar, pois como futuras pedagogas as acadêmicas irão se deparar com muitas crianças que possuem TEA e ao se apropriar melhor desse assunto, tão amplo, só agregará segurança ao lidar com esses casos. “Muito antes da realização do trabalho, eu já tinha noção de que esse tema traria muitos questionamentos e também muito aprendizado para todo e qualquer ouvinte, mas poder falar sobre um assunto tão inesperado para qualquer pai ou mãe, me deixou muito feliz por ver que podemos sim ver nossas crianças com TEA muito bem amparadas em sua jornada”, conta Monica.  

 

Para quem vai iniciar a APS no próximo semestre, a acadêmica deixa um recado: “Não se deixe levar pelo que os outros dizem sobre a APS, espere para você mesmo ver do que se trata. Não tenha medo de errar, pois temos os melhores professores nos dando um suporte enorme, mas também não pense que é brincadeira, pois se torna fácil desde que você seja dedicado e tenha compromisso com o que faz”, enfatiza.

 

A escolha pela Faculdade Murialdo:

A acadêmica Monica Perquin Boijink conta que conheceu a Famur ao cursar a formação em nível de extensão Auxiliar de Apoio Docente. “Quando estava fazendo esse curso muito se falava da Pedagogia do Coração, e eu ficava pensando que isso não existia. Mas, você chega na instituição e percebe que essa expressão é uma grande verdade. Aqui somos muito bem recepcionados, é um clima maravilhoso, um calor humano. Tudo o que você precisa encontrar em qualquer lugar que frequenta como estudante, na Famur não somos mais um e sim somos um”, enaltece.

 

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